A instalação de produção de portas de Ellesmere de Vauxhall foi temporariamente fechada na tentativa de minimizar o impacto do Brexit. O tempo de inatividade programado foi organizado há vários meses, com a expectativa de que o Brexit entraria em vigor em 29 de março.
O planejamento preventivo da empresa significa que Vauxhall não consegue reiniciar a produção no local em Cheshire, apesar da extensão do Brexit do Reino Unido, pois já concedeu feriados para sua equipe e contratou empreiteiros para realizar trabalhos de manutenção durante o tempo de inatividade.
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• A indústria automobilística exige o Brexit ‘sem fricção’
A parada temporária de Vauxhall marca a última instância de interrupção financeira e de fabricação causada pela incerteza sobre o Brexit. A instalação inativa da empresa se junta à BMW, Jaguar Land Rover e das plantas do Honda no Reino Unido, as quais também apostaram em um Brexit pontual.
O impacto dessas paradas de plantas pode ter efeitos prejudiciais nas finanças dos quatro fabricantes. Os termos do Brexit ainda não foram finalizados e o Reino Unido continua participando do sindicato da UE; Portanto, se as fábricas permanecessem abertas, elas poderiam construir veículos para exportação que aproveitariam um mercado sem tarifas.
Aproximadamente 1.100 funcionários de Vauxhall foram forçados a sair de suas postagens no porto de Ellesmere, e o futuro da fábrica permanece incerto, depois que Carlos Tavares, diretor executivo da PSA (proprietários de Vauxhall) disse que o site precisa melhorar sua produtividade para sobreviver. Vauxhall também reduziu mais de 900 funcionários da força de trabalho da instalação nos últimos dois anos, devido à queda da demanda pelo Astra.
Em circunstâncias completamente coincidentes, o local de produção de Vauxhall Luton também entrou em um período de tempo de inatividade programado. Atualmente, a empresa está refazendo a fábrica para a produção da New Vivaro Van, como parte de um investimento de 100 milhões de libras na instalação, e será reaberto em 23 de abril.
Como você acha que a indústria automobilística do Reino Unido lidará com o Brexit? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo…