O novo Audi A8 pode utilizar ‘geofencing’ para ativar e desativar suas tecnologias autônomas para cumprir as leis regionais, uma fonte sênior no negócio sugeriu.
A quarta geração do range-topper da marca Ingolstadt foi exposta em Barcelona na semana passada. Ele utiliza muito mais do que muitos sensores, incluindo um scanner a laser montado na frente, para oferecer pelo menos a capacidade da autonomia do ‘nível 3’. A aplicação da Audi, chamada Web Traffic Jam Pilot, permitiria ao motorista se concentrar em outras atividades – incluindo as reivindicações da empresa, desfrutando de filmes no sistema de infotainment no carro – a velocidades de até 37 mph em estradas de várias faixas onde o tráfego da web que se aproxima está do outro lado de uma barreira.
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No entanto, os regulamentos mundiais são fragmentados em tecnologia autônoma – mesmo na Europa, onde todos os países estão fazendo diferentes taxas de desenvolvimento nas legislações necessárias para permitir que os motoristas “desligem” ao volante. Os Estados Unidos são potencialmente muito mais complexos, uma vez que os regulamentos repousam com especifica, em vez do governo federal – para que o nível 3 possa, por exemplo, ser legal na Califórnia e depois proibido alguns quilômetros depois em Nevada.
Falando na revelação da A8, o membro do conselho da Audi para vendas e marketing, Dietmar Voggenreiter, admitiu ao automóvel revelar que o veículo terá elementos redundantes de sua tecnologia autônoma, dependendo de onde o automóvel está sendo usado.
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